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22 agosto 2011


Olá amiguinhos

Ganha uma mariola quem acertar sobre o que vou escrever essa semana... Valendo!
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Tempo esgotado! Quem apostou em “Lista da Konami” errou! Vou escrever sobre as consequências socioeconômicas da revolta rebelde na Líbia e a rendição do ditador Muamar Kadaffi e... e... ...não, mentira. Vou escrever sobre a Lista de Restrição da Konami mesmo.

Em toda a minha vida yugiohzística (?!), nunca vi tanto deck se ferrar em verde e amarelo como ocorreu com a divulgação da lista de restrição de setembro. Contem comigo: Six Samurai, Gravekeeper, Plant Whatever, Monarca Synchron, Fish Synchron, e em menor escala todos os decks que rodam em cima de uma carta de campo, Dragunity e os novos Dark World já chegam lesados.

Por que tanto ódio no coração, sr. Konami? Para quê liberar 3 MST’s e um Heavy Storm? É redundância! Por que liberar o Soldado do Lustro Negro e deixar Judgment Dragon à 3?! What the fuck was going through your head?

"O que há de errado com você, Konami?!"

Da lista toda, só uma coisa faz completo sentido para mim: Debris Dragon, Fórmula Synchron e T.G. Hyper Librarian terem ido a um. Esse tipo de coisa é um lampejo de sanidade em um oceano bravio de loucura!

É em momentos como esse que vemos mais claramente a face do demônio capitalista da Konami. Toda essa lista foi construída para um simples objetivo. Abrir as pernas às cartas Xyz.

Fazendo isso, a Konami garante que o seu novo paradigma de jogo seja aceito. Podendo vender mais cartas e ganhar mais dinheiro. E nem vou mencionar o fato de que não tocaram no Por of Duality.

Gravity Bind e Spirit Reaper à 3? Call of Hunted e Summoner Monk à 2? Qual é Konami? Sério? Poderia ter sido um pouco mais sutil nisso né? Mas escancarar para todo mundo?

O fato é que essa lista vai fazer antigos decks esquecidos voltarem, e fazer os monstros pretos surgirem e atropelarem tal qual um estouro de centauros ensandecidos.

Quem teve seu deck ferrado, assim como eu, pode se juntar ao coro: Konami, seu filho de uma empresária do ramo de entretenimento para adultos!  (Por que esse é um blog de classe e elegância e não é necessário baixar o nível).

That’s All, folks!

15 agosto 2011



Olá amiguinhos!

Pensem comigo, por que o futebol é o esporte mais praticado do mundo?

Por que é divertido? Sim. É divertido pra caramba. Pode-se jogar em qualquer lugar? Sim... e não. Desde que o lugar seja humanamente habitável, dá para bater uma bolinha. Só é preciso uma bola e a festa esta pronta.

Mas profissionalmente falando, o que faz desse esporte tão diferente dos outros? Tenho uma teoria em relação a isso: por que é um esporte com regras fáceis de entender.

Se eu não me engano, a FIFA têm umas 17 regras que rege todo o esporte. Em todos os cantos do Universo conhecido, quem pratica futebol segue essas regras. É tudo muito simples. Não se joga futebol de um jeito no ocidente e de outro jeito no oriente. É um jogo justo e a vida é bela desse jeito.


Mas, contudo, entretanto, todavia, nem todos os esportes seguem esse preceito básico. O basquete da NBA tem regras diferentes das regras da NBB (Novo Basquete Brasil), por exemplo.  E acontece algo parecido com o nosso querido jogo de cartas.

Caso você seja uma principiante babaca que não sabe exatamente o que tá fazendo é preciso saber que o mundo do Yugioh é dividido em dois: TCG e OCG. Ou seja, Trading Card Game  e Official Card Game.  TCG dita as regras no ocidente e o OCG no oriente.

Mas não vou redigir sobre as regras em específico. Vou tocar em um assunto que não entendo o porquê acontece.

Por quê? Eu me pergunto. Por que cartas possuem efeitos diferentes no oriente e no ocidente?

O que eles acham que ocorre? Os ocidentais não tem capacidade mental de entender como uma carta funciona? Ou será que é para o único objetivo de tornar esse jogo mais complicado?

Só pode ser uma das duas explicações.

Eu poderia listar um monte de cartas onde isso acontece. Na verdade não poderia, porque eu não sei. Mas vou me focar em uma carta muito legal, que é ou foi o pesadelo de muita gente. Nossa querida carta campo Necrovalley.


No TCG, os efeitos dos monstros que se ativam sozinha no cemitério ainda são permitidos quando o Necrovalley está em campo. No OCG, não. O cemitério fica virtualmente morto (hã?! hã?! Cemitério. Morto). Por que há duas regras para a mesma carta? Isso abre precedentes para mudar toda a dinâmica de um jogo, que deveria ser tratado uniformemente em todos os lugares que ele é jogado.

Essa falta de uniformidade faz que o nosso joguinho seja mais complicado do que poderia. Mas como diz o Punkage “para que simplificar, se podemos complicar?”.

That’s all, Folks

08 agosto 2011


Olá amiguinhos

Vou confessar uma coisa (estou usando essa sessão como confessionário, já perceberam?), eu uso essa sessão inocente para extravasar toda a frustação e raiva que se segue a uma segunda feira. Assim, o nome da sessão não poderia ser diferente. Assim, direciono isso tudo para o Yugioh por dois simples motivos: porque o blog é sobre Yugioh (dã!) e porque eu gosto de escrever.

Pronto, confissão feita. Agora vamos ao que interessa, falar mal das coisas. =)



Há duas épocas do ano em que os praticantes de Yugioh ficam com o orifício anal nas mãos. Que são os dias anteriores à famosa e maldita lista de restrição da Konami. “Por que?” perguntaria um leitor que caiu nesse blog por acidente. Aliás, se você caiu nesse blog por acidente e só conhece o desenho, saia daqui e vá para o site da TV Globinho, seu burro!

Voltando o assunto. Nós lutamos para montar um deck de cartas maneiro, gastando o nosso rico dinheirinho. Investimos sangue, suor e lágrimas nessas malfadadas cartas. Compramo-las a preços, às vezes, estupidamente elevados. No fim do caminho trilhado, temos os nosso deck completo! Para que? Para a Konami vir tal qual um Felipe Melo desembestado e quebrar as nossas pernas!


Ela solta a lista de restrição que proíbe justamente àquela carta matadora do seu deck! Àquela a qual é o alicerce, a base, o núcleo que mantém todo o universo grudado. Todo o esforço e dinheiro são desvalorizados por decisões arbitrária dessa organização do mal a qual somos reféns.

E aí amiguinhos, não adianta espernear. Seu deck foi para o saco. Nunca mais será o mesmo. Um deck Starter com um Man-Eater Bug nas mãos de um pirralho de 10 anos será o suficiente para ganhar do seu malfadado deck. Logo, há duas opções: ou você se desfaz do deck ou o guarda para fins nostálgicos.


Mas a feladaputagem não para por aí. Como ninguém tá no mundo para fazer filantropia e como costuma dizer uma pessoa mais sábia do que eu “em chuva de pica, pega a menor e senta”, o cara quer se desfazer a.k.a. vender do deck para assim começar o martírio de montar outro que seja tão bom quanto o antigo. Então vamos novamente ao sangue, suor e lágrimas.

Então, não mais que de repente, na exata semana que você vendeu o deck, o que acontece?! A porra da Konami libera a carta matadora novamente! A sensação é muito parecida com os investidores da bolsa em 1929.

- Meudeusdocéu! Investi tudo na Varig! 

A Troll Master LTDA, em seu reino de maldade, novamente acaba com a chance de você ser feliz na vida. E não é tudo, adivinha qual é o deck que a vil empresa vai mudar na mesma lista? AQUELE QUE VOCÊ ESTAVA MONTANDO!

É nesse momento que agradeço pelo porte de armas sem documentação ser proibido nesse país.

E essa porra já aconteceu com todo mundo. Aí levanta a mão um puto para dizer “nunca aconteceu comigo”. E eu respondo: “Mas vai acontecer! Tão certo como 2 mais 2 nem sempre é 4 e tão certo como a bola pode ser quadrada!”

Thats all, folks!

01 agosto 2011


Sou uma pessoa que gosta de ler sobre mitologia, lendas e mitos. E um dos mitos mais legais de toda a literatura é o do Robin Hood. Independente da discussão sobre a veracidade da existência do arqueiro.


A principal habilidade do ladrão lendário é sua perícia com um arco e uma flecha. Ele seria capaz de acertar uma flecha em qualquer lugar em seu raio de ação. A coisa mais linda é a lógica inabalável desse ato: ele mira em um alvo, e se a flecha acerta o alvo, obtém sucesso. Isso quer dizer que o Robin Hood dos tempos modernos usaria um rifle estilo O Procurado.


Mas o que se define como alvo?

Segundo um dos nossos amigos Dicionários, “alvo” significa:


Objeto, geralmente em fôrma de disco, de madeira ou papelão, que serve de objetivo em competições, treino ou instrução de tiro. Qualquer ponto que se procura acertar com tiro. 
Fig. Objetivo a que se dirige algum intento; fim, meta: ter a celebridade como alvo. 
Fig. Objetivo, motivo, assunto: ser alvo de críticas.
Lit. Primeiro nome do bruxo Dumbledore, personagem da série de livros infanto-juvenil Harry Potter. 

Como assim o Trishula não faz alvo? 

Vamos relevar a informações sobre a questão do Dumbledore e nos ater aos seguintes termos que elegi como as mais importantes na descrição acima: Objetivo a que se dirige algum intento; fim. A princípio, parece uma coisa bem fácil de entender. Segue uma lógica clara e simples. É até uma palavra bonita, sonora. O que também é lindo nessa história toda é que, você pode traduzir para qualquer língua que o significado continua o mesmo.

Mas o que é fácil na teoria, na prática pode ser tornar uma hidra mitológica de interpretações. E a Konami não ajuda nem um pouco em relação a isso. Um exemplo é o efeito do Trishula, Dragon of the Ice Barrier, tão bem explicado pelo Sakekage há uns posts atrás.

Nas regras da carta afirma que o efeito do monstro azul não faz alvo. Quer dizer, você aponta uma carta, entre milhares (?!) de alternativas, e utiliza o efeito de remover. E ISSO NÃO É FAZER ALVO?!



Vamos lembrar o que o infalível dicionário disse: Objetivo a que se dirige algum intento. O objetivo é a carta, e meu intento é remover a carta do jogo. E mesmo assim, a Konami dobra a realidade e diz que isso não é fazer alvo?! COMO ASSIM?!

Quer dizer que o quando o Robin Hood acerta uma flecha no chapéu de um inimigo (só porque ele pode e estava entediado), ele não está fazendo alvo?

Outra situação em que o significado das palavras sem rendem ao poder autoritário da Konami é em relação ao nosso outro querido amigo Ally of The Justice – Catastor. O efeito do Catastor também foi discutido pelo Sakekage, logo vamos direto ao que interessa.

Para usar o efeito ele tem que escolher um monstro para atacar e a partir daí utilizar o efeito nesse monstro. Isso pela etimologia da situação se caracteriza pela tomada de um alvo a qual seria aplicado o efeito.

Mas a Konami liga para essas bobagens de análise semântica da situação? É CLARO QUE NÃO! Essa corporação brinca mais uma vez de Deus e distorce tudo a sua vontade, fazendo que o efeito do Catastor não faça alvo.

Na carta diz que se esse monstro batalhar com um tipo não dark, usa o efeito. Se o oponente usar um efeito que mude a carta que será atacada, ele estará apenas mudando o alvo do efeito. É como se o Robin Hood atirasse uma flecha de metal e no meio do caminho fosse atraída por um imã gigante preso na armadura de um cavaleiro. O alvo muda no meio do caminho, mas o novo objetivo continua sendo um alvo para o efeito da flecha, que é atravessar o corpo do inimigo.

Se não vai utilizar a palavra com o sentido exato dela, muda para uma que faça sentido. É uma solução estupidamente simples chega a ser ridícula.

O que mais me deixa triste nisso tudo é que, mesmo com essas gritantes discrepâncias entre o que é e o que deveria ser, ainda tem gente que defende com unhas e dentes essas regras absurdas! Tomam como verdade a manipulação da realidade exercida pela Konami.

Não tenho dúvida que essas pessoas seriam aquelas que escolheriam a Matrix à realidade. E tal qual o mito da caverna de Platão, lutariam para continuarem acorrentados, tendo só sombras como sua realidade.

Está na hora de tomar a pílula vermelha, meu povo!


That’s all, folks!

Ps.: Não sabem o que é o mito da caverna de Platão? Então, deixo aqui duas palavras: GoogBUSQUEM CONHECIMENTO.

25 julho 2011


Salve, salve!

Antes de ir ao tema principal do post, gostaria de compartilhar um pensamento. Na verdade é quase uma iluminação. “Quem domina a palavra, domina o mundo”. Palavras escritas, faladas, criptografadas, desenhadas, bitalizadas (?!). O que faz da interpretação de texto o maior poder que uma pessoa pode adquirir. Claro que nada comparado a um poder mutante de controlar o metal...

Acima de mim só o Sarney

Anyway, pessoas que tem o dom da palavra são poderosas. Tá aí os políticos, chefes de governo, guias espirituais, e em menor escala os advogados, que não me deixam mentir. Essas pessoas moldam as palavras, tal qual um ferreiro medieval, para que elas se adequem a seu propósito.

O que leva às leis e regras. Que nada mais são do que normas descritas em palavras, que devem ser obedecidas, para que haja um pouco de ordem nesse caos que chamamos de vida. Só que tem sempre um malandrilson que “descobre” um jeito de burlar essas leis e regras. E amigos, isso VIVE acontecendo no nosso tão glorioso jogo de cartas.

Todos já passamos por esse cenário: Você conhece uma carta, sabe como ela funciona. Sabe quando pode ser ativada, quando não pode. Então você aciona um contra-ataque. E do nada, tal qual um raio vindo de um céu aberto, o seu adversário aparece com uma nova “regra” que impede o seu contra-ataque e faz com que o efeito da carta seja ativado.

E aí você perdeu. Pode espernear o quanto quiser, o puto vai invocar até a Declaração dos Direitos Humanos para embasar essa nova “regra”. Vai distorcer até o extremo as palavras para atender a suas necessidades. Deixando você com apenas duas escolhas: ou aceita, ou vira a mesa na cara desse otário!

Imagem meramente ilustrativa
Não vou me aprofundar muito nas questões pontuais, vou deixar para outro post, até porque esse negócio de “alvo” ainda me tira a paciência e merece um dossiê completo...

Por mais que você considere que conhece as regras, há sempre brechas, que podem ser interpretadas ao bel prazer de um puto oportunista.

Então amiguinhos, aí vai a lição do dia: Entenda as regras. Não só isso. Entenda as regras pra caralho. Pois só assim você será capaz de manipula-las a seu favor.  E fale sempre com convicção. Isso ajuda muito a fazer as outras pessoas aceitarem aquilo o que você está afirmando.

E se algum adversário tentar empurrar uma “regra” nova bizarra em cima de você, escolha sempre a opção mais racional: vira a mesa na cara desse otário!

That’s all, folks!

18 julho 2011



Olá queridos amiguinhos!

Há uns dias atrás, participei brevemente de uma discussão sobre diversão. Na verdade, o “arranca rabo” era sobre o uso dos famigerados decks Meta Game versus os decks que são formados só para se divertir, os decks For Fun.

O que parecia uma discussão sobre os decks passou a ser um debate mais profundo. O tema se tornou diversão. E aí eu te pergunto, ó nobres colegas, o que é mais importante: ganhar ou se divertir?

Claro que os mais hipócritas vão vir com aquele discurso pseudo-moralista de “o importante é competir”, “se eu me divertir é o que vale”. Que “o bom nos games é mesmo a camaradagem que surge no grupo” e outras coisas que fariam os Ursinhos Carinhosos terem um ataque hiperglicêmico.

Sabe o que eu penso sobre esse tipo de discurso? BULLSHIT!

Ninguém se diverte quando está perdendo. Ninguém se diverte quando um puto está tirando onda de sua cara. E quem afirmar o contrário é um mentiroso sem vergonha, uma pessoa sem envergadura moral, nem sustentabilidade ética.

A única razão pela qual você paga 350 pilas por um pedaço colorido de papel de 5x10 centímetros, é única e exclusivamente para ganhar. É quando se começa a ganhar que a diversão começa para valer. Como já dizia o guerreiro simério Conan: "O melhor da vida é destruir seus inimigos, vê-los sucumbindo diante de você e ouvir o lamento de suas esposas”.

No meio da discussão que citei no começo desse texto, apareceu um cara e perguntou se eu me divertia ganhando de uma pessoa com um starter deck, jogando com Man Eater bug e Magic Jammer? A minha resposta é: ABSOLUTAMENTE. E por que deveria ser o contrário? Divirto-me horrores quando eu ganho de QUALQUER deck! Pode ser de um menino de cinco anos com deck de banca de jornal ou de um jogador “profissional”.

E digo mais, não deveria ser o contrário. Todo mundo deveria se divertir quando ganha. Observem que não estou relacionando diversão com humilhação do adversário. Que apesar de ser bastante divertido, são coisas diferentes.

Outro argumento que rolou foi: Vocês não sabem o prazer de invocar uma Vennominaga the Deity of Poisonous Snakes. Aí eu respondo: WHATEVER!

Tem gente que diverte invocando a “besta fera dos sétimo círculo do inferno exterior” uma única vez na vida e outra na morte, e tem gente que se diverte invocando uma porralhada de vezes o Man Eater bug ou ativando um Magic Jammer. E esse cara é menos jogador do que o outro? Por quê? Por que eu tenho que me divertir menos em ganhar desse cara?

E para finalizar, se é tão honroso apenas competir. E se é tão prazeroso apenas a diversão dos decks, por que em torneios essas pessoas não jogam com o deck For Fun? Engraçado né?

Nesse caso, respeito mais o moleque que vai com o Starter Deck do que o cara que vai com trocentos “Pot of Dualits”.


=)